Entender essa diferença é essencial para cadastrar corretamente no Inventário de Riscos e evitar erros nos documentos e no eSocial.
🧠 Conceito geral
Perigo → é a fonte do dano
Risco → é a exposição ao perigo
Atividade com risco → é a atividade que gera essa exposição
👉 Ou seja:
➡️ Primeiro existe o perigo
➡️ Depois vem o risco (quando há exposição)
➡️ Isso acontece dentro de uma atividade
⚠️ O que é PERIGO
É qualquer fonte com potencial de causar dano.
📌 Exemplos:
• Máquina sem proteção
• Produto químico
• Ruído elevado
• Altura
👉 O perigo existe mesmo sem ninguém exposto.
📊 O que é RISCO
É quando existe exposição ao perigo.
👉 Ou seja:
É a chance de alguém sofrer dano.
📌 Exemplos:
• Funcionário exposto ao ruído
• Trabalhador operando máquina sem proteção
• Contato com produto químico
💡 Sem exposição, não existe risco.
🛠️ O que é ATIVIDADE com risco
São atividades que já possuem risco previsto (principalmente no eSocial).
📌 Exemplos:
• Trabalho em altura
• Espaço confinado
• Atividade com eletricidade
👉 Normalmente vinculadas à Tabela 24 do eSocial.
🎯 Como escolher no sistema
Use essa regra prática:
👉 Use Perigo
Quando estiver identificando apenas a fonte
👉 Use Risco
Quando houver avaliação (qualitativa ou quantitativa)
👉 Use Atividade com risco
Quando for uma atividade prevista no eSocial
⚠️ Erro comum
Cadastrar tudo como “Risco”.
👉 Isso pode gerar:
• inconsistência no PGR
• erro em documentos
• problemas no eSocial
🔗 Como isso se conecta na plataforma
O fluxo correto é:
➡️ GHE
➡️ Cadastro de risco/perigo
➡️ Plano de ação
➡️ Documentos (PGR, LTCAT, PPP)
📎 Resumo rápido
Perigo = fonte do dano
Risco = exposição ao perigo
Atividade = contexto onde o risco acontece